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O Fio Da Espada - Charles De Gaulle - Leia Mais Livros

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Características principais

Título do livroO Fio Da Espada
AutorCharles De Gaulle
IdiomaPortuguês

Outras características

  • Gênero do livro: Segunda Guerra Mundial,França Livre,Resistência Francesa,Tratado de Versalhes,Poincarismo,Período entre Guerras

  • Tipo de narração: Narração Filosófica

  • ISBN: 9788576653202

Descrição

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O Fio Da Espada
Charles De Gaulle
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Para menino Charles de Gaulle, seu próprio nome parecia ser um claro sinal de predestinação. Traduzido para o francês contemporâneo, esse nome significa Charles "da França", pois Gaulle é o antigo nome do país, herança ainda dos romanos.

Charles via a si mesmo como um grande líder, alguém destinado a uma missão semelhante àquelas dos maiores heróis franceses, cujas sagas em determinados momentos da História se identificaram com a alma e o destino da nação. E o que era desejo, acabou se tornando realidade. Charles de Gaulle (1890-1970) passou para a história como um grande líder, general e político francês.

Um dos comandantes aliados na Segunda Guerra Mundial e um dos principais estadistas do pós-guerra. Neste livro o leitor conhecerá os fatos mais importantes da vida e da obra deste extraordinário líder francês e mundial.

Este livro constituído, em parte, de conferências proferidas entre 1927 e 1932, e de artigos escritos durante o mesmo período por Charles de Gaulle, é surpreendente. Nele, mais interessante que as reflexões sobre a guerra, é a caracterização feita pelo autor do líder e chefe militar ideal; o homem dotado de três elementos essenciais - caráter, conhecimento doutrinários e prestígio.

Citações:

No cenário do tempo de paz, o homem público detém o papel principal. (...). De repente, a guerra retira um outro dos bastidores, impele-o ao primeiro plano, projeta sobre ele o facho das luzes: surge o chefe militar. Tem início uma peça na qual o político e o militar irão representar juntos. (...).

O político se esforça para dominar a opinião do monarca, do Conselho do povo, pois é de lá que ele extrai a ação. (...). Inconstante companheira, a opinião o segue com um passo caprichoso, (...).Toda sua vida, toda sua obra têm um caráter instável, agitado, tumultuoso que o opõe à do soldado.

Este tem por profissão o emprego das armas, (...). A partir do dia em que as empunha, o soldado é submetido a uma disciplina que não mais o deixa. (...).

A esse preço, porém, ela lhe abre o império da força. Por isso, se muitas vezes sofreu sob a disciplina, ele a mantém, melhor ainda: a ama e se glorifica daquilo que ela lhe custa, dizendo: “É minha honra!”(...).

O político e o soldado trazem ao empreendimento comum características, procedimentos e cuidados muito diferentes. (...).

Dessa desigualdade resulta alguma incompreensão. (...).
(...), o gosto pelo sistema, a segurança, a rigidez, pelos quais o espírito da profissão e as suas longas coações imprimiram no soldado como que uma segunda natureza, ao político parecem incômodos e sem atrativos. (...).

Essa falta de simpatia recíproca entre o político e o militar não é, em essência, deplorável (...).

Contudo é necessário que se possam entender. Políticos e soldados têm de colaborar, mesmo que não queiram. (...).

Durante os longos períodos em que a pátria não está diretamente ameaçada, a opinião pública opõe-se aos encargos militares. (...). Tem-se muitas vezes por desperdício tanto dinheiro consagrado às forças que não combatem. (...).

Cedo ou tarde, porém, prevista ou não, desencadeada de propósito ou suportada com horror, eis a guerra. No primeiro brilhar das espadas a ordem dos valores se subverte. Saindo da penumbra o chefe militar é investido imediatamente de uma autoridade estarrecedora. Em um piscar de olhos, seus direitos como deveres atingem limites extremos. (...). O futuro da pátria depende imediatamente daquilo que ele decide. (...).

(...), transformados pela abnegação e preocupados com o exemplo a dar, o governante e o soldado se entendem, (...).

Mas eis que a guerra desencadeia o seu cortejo de lutos e decepções. As paixões das massas se elevam ao paroxismo. Essa onda terrível, (...), não é entendida pelos homens de Estado sem vacilação. O sangue e as riquezas do povo que eles levam aos campos de batalha e pelos quais, afinal de contas, respondem, outros chefes tem de utilizá-los, e o governante deve responsabilizar-se pelo destino dos cidadãos, assim como pelo país e pelo seu próprio, e até mesmo pelo dos homens distantes, cuja arte ciumenta não admite intrusos. Essa angústia, (...), constitui em tais momentos a pior prova do poder.(...).

Se a vitória não se faz esperar o mal-estar é rapidamente apagado. (...). Porém, se o perigo cresce, o azedume se espalha, exaspera-se, na proporção do tumulto público.(...).

Transtornados pela crise, o político e o soldado, de repente, acham insuportável essa dependência recíproca na qual se vêem acorrentados. (...). Eis rompido o equilíbrio, desdenhada a ordem, esmagados os ímpetos. A ação, daí em diante, torna-se incoerente. O desastre acorre.

(...). Certamente, a condução da guerra pertence ao homem de Estado; as operações, ao militar. Mas onde cada um deve parar? Em que medida a estratégia e a política reagirão uma sobre a outra? (...). Basta considerar como o jogo foi conduzido em muitas ocasiões sancionadas pela vitória, para se constatar como o talento dobra à necessidade e às circunstâncias a doutrina e os procedimentos, e que não se acorrentam por fórmulas as contingências da ação.

(...), o caráter de crise brutal que reveste a guerra confere ao comandante militar a maior parte dos atributos próprios do governo.

Este porém [o político], fixadas as frentes, retoma o primeiro plano. É o povo que ele deve utilizar. Aumentar efetivos, mobilizar a indústria, administrar o moral dos cidadãos, ajustar-se com os aliados, tal é, desde então, o maior assunto. (...). Do mesmo jeito, estreita-se a dependência mútua da direção da guerra e das operações. A necessidade de limitar as perdas de homens tutela a estratégia. (...). O estado moral do Exército depende do estado moral do povo.

(...), a conduta da guerra consiste acima de tudo em manter a vontade nacional à altura do perigo. A mais justa glória consagra o homem de Estado que a isso soube dedicar-se sem cuidar de mais nada.

(...): nada se faz de grande sem grandes homens, e esses o são por o terem querido. (...).

Que os políticos e os soldados queiram, pois, a despeito das obrigações e preconceitos contraditórios, começar a se habituar do seu interior à filosofia que convém, e se verão, quando preciso, belas harmonias. (...): não há nas armas carreira ilustre que não tenha servido a uma política importante, nem uma glória de homem de Estado que não tenha dourado o brilho da defesa nacional.
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Data de Publicação: 2001;
Descrição: Físico - 145 páginas - Brochura;
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Sim, está em boas condições, nada que impeça a ótima leitura, sempre faço uma seleção dos livros, que mesmo na condição de usados estejam em boas condições.
29/11/2020Denunciar