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Não Faça Tempestade Em Copo Dágua No Trabalho

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Informações da loja

Rocco
Rocco

Loja oficial no Mercado Livre

Características principais

Título do livroNão Faça Tempestade em Copo D’água no Trabalho
AutorRICHARD CARLSON,PH.D.
Editora do livroEDITORA ROCCO
Tampa do livroMole
MarcaEditora Rocco

Outras características

  • Quantidade de páginas: 376

  • Gênero do livro: Autoajuda

  • Tipo de narração: Manual

  • ISBN: 9788532510679

Descrição

Este livro é ‘filhote’ de No faça tempestade em copo d’água que a editora Rocco lançou há exatamente um ano e que está na lista de mais vendidos até hoje. Richard Carlson resolveu dedicar um livro inteiro ao tema trabalho devido a milhares de pedidos que recebeu. Depois de pesquisas, entrevistas e estudos, ele chegou a algumas conclusões. Por exemplo: o que nos deixa loucos no so os problemas graves e significativos — que so eventuais —, mas as "coisas pequenas". Naturalmente, aos nossos olhos muitas dessas coisas se transformam em emergências gigantescas que acarretam frustrações, estresses, fracassos. Sos as tempestades em copo d’água que ele ensina, aqui, como driblar.
Também desta vez, o sucesso de Carlson se deve, principalmente, à maneira objetiva e simples com que ele mostra alguns vícios de trabalho, independentemente da profisso. Acostumamos a pressupor que "se alguém está relaxado ou feliz é porque no deve trabalhar duro". Ou, que está satisfeita com seu status quo e, portanto, no necessita de aumento de salário ou promoço. Mas o pior equívoco é esse: uma pessoa tranqüila e feliz no seria adequada a um ambiente competitivo. Para ele, tudo isso é bobagem. "Está tudo bem em ser feliz no trabalho", afirma. Isso no significa que você vai "amolecer"; ao contrário, sua energia vai aumentar e você será capaz de trabalhar "no olho da tempestade".
Para começar, ele aconselha a no dramatizar os prazos finais. Além de só acarretar interferência negativa, as pessoas muito centradas nesses dramas ficam chatíssimas porque alugam os ouvidos alheios reclamando da falta de tempo. Mais chato, só a "ostentaço profissional": para mostrar o quanto é importante, a pessoa fica recitando como é incrivelmente ocupado. Como se exibisse uma medalha de honra, desanda a contar sua sobrecarregada rotina que o priva de horas de sono e rouba sua vida pessoal. Se afirmar que isso é extremamente tedioso e improdutivo no é suficiente, Carlson avisa: "Hoje em dia, ‘estar ocupado’ é um assunto ultrapassado; todo mundo já está falando sobre isso. Bater nesta tecla só vai aumentar seu estresse e torná-lo uma pessoa menos interessante."
O telefone — aí está um dos grandes vilões do estresse no trabalho. Ele dá uma dica: "Tenha algum tempo ‘sem telefone’ no trabalho." Isto é, separe um momento para tirar o "maldito" do gancho; de preferência, deixe na secretária eletrônica para no perder um negócio importante. O mais difícil pode ser convencer o chefe de que essa estratégia dá bons resultados.
Um dos ditados favoritos do autor é "estar morto é ruim para os negócios". Óbvio, no? Isso serve para ajudar a ter uma viso objetiva: se você perder a saúde e o bem-estar no será capaz de trabalhar. E no adianta justificar-se com o batido "no tenho tempo" para fazer exercícios, comer adequadamente etc. Nunca é demais repetir: se você morrer, aí é que os negócios no vo prosperar — para você.
E mais: nas viagens de trabalho, aproveite ao máximo; no cultive o péssimo hábito de deixar as pessoas esperando para no acarretar raiva contra você, aceite o fato de que, de vez em quando, você terá um dia realmente ruim, no coloque preço em coisas pessoais, conviva com a verdade de que sempre existirá alguém zangado com você, passe 10 minutos por dia sem fazer absolutamente nada, peça o que quiser, mas no insista em conseguir tudo, valorize as pessoas que trabalham com você, diminua seu ego, no viva pensando na aposentadoria... Por fim, lembre-se: nada como um dia após o outro. Tempestade hoje, céu de brigadeiro amanh.

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