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Diário De Um Corpo

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Rocco

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    Características principais

    Título do livroDiário de um corpo
    AutorDaniel Pennac
    IdiomaPortuguês
    EditoraEDITORA ROCCO
    FormatoPapel
    MarcaEDITORA ROCCO

    Outras características

    • Cobertura: Mole

    • Tipo de narração: Manual

    • ISBN: 9788532530455

    • Páginas: 336

    Descrição

    O celebrado autor francês Daniel Pennac (Diário de escola; Como um romance) apresenta em seu novo romance um narrador que tem como objetivo entender e se reconciliar com esse estranho tão íntimo: seu próprio corpo. De um acidente humilhante num campo de escoteiros durante a infância aos últimos estágios de uma doença terminal, esse homem traça o Diário de um corpo. Nele, em vez de se concentrar em examinar fatos e detalhes biográficos, decide se dedicar ao físico – pele, carne, olhos, dedos, pernas, dentes, secreções, dores e prazeres.   Aos 12 anos, o pavor de ser picado por formigas. Aos 16, cabelos oleosos, caspa, espinhas vermelhas no rosto, cravos no nariz, mamilos inchados. Aos 22, a possibilidade de finalmente voltar a sentir o sabor do café puro após o racionamento durante a Segunda Guerra Mundial. Aos 43, um calombo dolorido num dedo do pé e pólipos obstruindo as narinas. Aos 48, insônia crônica e zumbido no ouvido. Aos 55, uma mancha marrom no dorso de uma das mãos. Aos 62, esquecimentos repentinos e constantes de senhas, números de telefone, nomes, aniversários. Aos 67, uma constatação: “a partir de agora, meu corpo se constitui em um obstáculo entre o mundo e mim”. Aos 73, uma cirurgia na próstata.   A agonia chega aos 86. Os passos cada vez mais curtos, a tontura ao se levantar, a falta de fôlego, o joelho travado, a voz enrouquecida, o cansaço súbito, a multiplicação dos cochilos, um diagnóstico de câncer, as transfusões de sangue, a morte. Ao longo de todo o livro, no entanto, o leitor se aproxima da vida e da vitalidade de um personagem que se mostra por completo, em corpo e alma, através da transposição de seus cheiros, lágrimas, ereções, feridas e infecções em emoções, descobertas, temores e decepções. “Nós morremos porque temos um corpo, e toda vez é uma cultura o que se extingue”, afirma o narrador – e é justamente toda essa cultura intrínseca a um indivíduo que compõe a essência de Diário de um corpo.   Daniel Pennac cria um personagem que buscou, por meio do texto, proteger o corpo dos assaltos da imaginação e, ao mesmo tempo, a imaginação das manifestações intempestivas do corpo. O resultado é uma história de amor entre um homem e seu próprio organismo – e ainda que, inevitavelmente, o final não seja feliz, o processo é repleto de humor, ternura, questionamentos e uma linguagem poética que só um dos grandes escritores da atualidade pode ser capaz de engendrar.
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