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Rocco

Rocco

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    Características principais

    Título do livroPois Não, Chef
    AutorMARCUS SAMUELSSON
    IdiomaPortuguês
    EditoraEDITORA ROCCO
    FormatoPapel
    MarcaEDITORA ROCCO

    Outras características

    • Cobertura: Mole

    • Subgêneros: Gastronomia

    • Tipo de narração: Manual

    • ISBN: 9788532528520

    • Páginas: 400

    Descrição

    Marcus Samuelsson tem uma história incomparável, uma coragem silenciosa e um estilo
    lírico e deslumbrante – na cozinha e em seu texto. Simplesmente adorei este livro! 
    Gabrielle Hamilton, autora de Sangue, ossos e manteiga
    Pois não, chef relata a fantástica trajetória do aclamado etíope Marcus Samuelsson, da cozinha de sua família adotiva na Suécia, aos mais exigentes e implacáveis restaurantes na Suíça e na França, dos penosos bicos em cruzeiros até sua chegada em Nova York, onde conquistou, aos 24 anos, as cobiçadas três estrelas da crítica do The New York Times a frente do badalado Acquavit. Dono do Red Rooster – restaurante no Harlem que reinventou a cozinha americana e reúne desde políticos até músicos de jazz e trabalhadores da região, Samuelsson faz uma ode à comida e à família, em todas as suas manifestações. O livro começa com Marcus – nascido Kassahun – falando da mãe africana, Ahnu, e de sua origem humilde. Naturais de uma pequena aldeia etíope chamada Abrugandana, ele, a irmã Linda – nascida Fantaye – e a mãe levavam uma vida extremamente simples, na qual um par de sapatos era considerado luxo. Em 1972, um surto de tuberculose se espalhou pela Etiópia, selando o destino de Ahnu e seus dois filhos. Bastante doentes, eles percorreram a pé mais de 120 quilômetros até a capital Adis Abeba, onde conseguiram vaga em um hospital. Muito debilitada, Ahnu não sobreviveu, e os órfãos foram levados para a Europa, adotados pelo casal Samuelsson.A adaptação em Gotemburgo, na Suécia, levaria alguns meses. Para Marcus, com 3 anos, foi mais fácil, pois quase não se lembrava do tempo passado na Etiópia. Linda, então com 5 anos, tinha muitas recordações da vida na África e adotou um comportamento distante e desconfiado, que os pais adotivos superaram  graças a uma boa dose de paciência, carinho e dedicação. Aos poucos, os irmãos criaram fortes laços com os Samuelsson e se integraram à família. A proximidade com a avó materna, que tinha talento natural para a cozinha, e a convivência com os parentes do pai, que vinha de uma linhagem de pescadores, despertaram em Marcus a paixão pela culinária. Conforme foi crescendo, Marcus percebeu que, em muitos aspectos, não pertencia verdadeiramente à sociedade sueca, uma vez que lidava com o preconceito racial fora de casa. Ao ser cortado do principal time de futebol da cidade, no qual jogava desde os 11 anos, o futuro chef entrou para o curso de gastronomia na escola técnica Ester Mosessom, determinado a se tornar o melhor na profissão. Depois de trabalhar em dois restaurantes suecos, Marcus seguiu para um hotel cinco estrelas na Suíça, onde teve a certeza de que seu lugar era no exterior, em cozinhas com equipe realmente internacional. Após uma breve temporada na Áustria, que marcaria para sempre sua vida, Marcus voltou ao emprego na Suíça. Um grave acidente de carro, entretanto, faria com que ele fosse trabalhar na cidade que, no futuro, escolheria para morar: Nova York. Depois de duas temporadas em navios de cruzeiro e uma estada na França, a volta aos Estados Unidos, que lhe renderia o tão sonhado salto na carreira: a promoção a chef executivo do Aquavit. Sob o seu comando, o restaurante receberia a mais alta avaliação do jornal The New York Times, transformando Marcus num chef muito respeitado. Anos depois, Samuelsson levaria o Beard Awards, considerado o Oscar da gastronomia.

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