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Um Toque De Limão

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Rocco
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Características principais

Título do livroUm Toque de Limão
AutorJulian Barnes
IdiomaPortuguês
EditoraEDITORA ROCCO
FormatoPapel
MarcaEditora Rocco

Outras características

  • Cobertura: Mole

  • Subgêneros: Ficção científica

  • Tipo de narração: Manual

  • ISBN: 9788532520319

  • Páginas: 272

Descrição

Entre os chineses, o limão é o símbolo da morte", escreve o autor Julian Barnes em seu mais recente livro de contos, Um toque de limão, cujos personagens são, em sua maioria, anciãos cientes de que o auge de suas vidas já passou há muito tempo. São pessoas que se preocupam com seu testamento, escrevem cartas para serem lidas após sua morte e explicam aos filhos o que deve ser feito com suas cinzas. Alguns ignoram a proximidade do fim e se apegam à frágil esperança de viver uma reviravolta; outros estão senis demais para saber que vão morrer em breve. No entanto, embora o tema central desses 11 contos seja demasiado azedo, eles são um deleite para o leitor exigente, porque trazem os habituais toques de humor e filosofia de Julian Barnes, considerado um dos melhores escritores ingleses da atualidade.
Como a proximidade da morte costuma fazer as pessoas refletirem sobre o passado, Um toque de limão também trata de arrependimento, do que deixou de ser dito, do tempo perdido, das constatações tardias, dos amores abortados, do que valeu e do que não valeu a pena. O conto A história de Mats Israelson, por exemplo, traz a história de um homem e uma mulher que se amam em silêncio ao longo de 23 anos, sem jamais exporem seus sentimentos, sem um beijo, sem qualquer contato físico ou palavras carinhosas. Ambos são casados com outras pessoas e vivem numa cidade pequena, o que inibe a declaração e a concretização desse amor. Até que ele, em seu leito de morte, toma coragem para revelar seus sentimentos reprimidos. Mas isso não acontece, graças a um mal-entendido que não terá tempo de ser desfeito.
O conto O silêncio é narrado por um personagem real, o grande compositor Jean Sibelius (1865-1957). No fim de sua vida, ele se diz tão famoso por seu silêncio – os longos anos sem compor – quanto o fora por sua música. "Hoje em dia, quando os amigos me abandonam, não sei mais dizer se é por causa de meu sucesso ou se é por causa de meu fracasso. A velhice é assim", diz o célebre artista através da imaginação de Barnes.
Outro personagem real é o escritor russo Ivan Turgenev (1818-1883), presente no conto O reviver. Aos 60 anos, ele viveu uma desilusão amorosa com uma mulher de 25, história que leva Julian Barnes a várias reflexões. O autor questiona, dentre outras coisas, se o sexo, onipresente na atualidade, já não era uma obsessão no século XIX. O narrador se pergunta se as poéticas cartas de amor de Turgenev não esconderiam as mesmas taras sobre as quais se fala abertamente hoje em dia. Seriam a elegância e o romantismo do clássico realismo russo uma metáfora para barbaridades sexuais semelhantes às praticadas no século XXI?
O humor ácido e inteligente de Julian Barnes aflora em contos como O cercado das frutas, em que uma mulher de 80 anos se separa do marido de 81 porque descobre que ele tem uma amante de 65. Em Uma breve história do estilismo de cabelo, o personagem Gregory revê sua vida por um ponto-de-vista peculiar – do medo que sentia da tesoura do barbeiro na infância ao seu desconforto nos modernos salões unissex de sua velhice. E em Vigilância, Barnes brinda o leitor com um divertido e psicótico melômano preocupado em intimidar e castigar as pessoas que fazem qualquer tipo de barulho nos concertos. Seu ex-amante questiona se isso não seria exagero – talvez Mozart, ao compor, tivesse levado em conta que sua música seria executada para as platéias barulhentas das cortes reais e ducais de sua época, com nobres bufões bebendo, banqueteando-se e gargalhando durante o concerto, quem sabe até jogando ossos de galinha na harpista.



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