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Rocco
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Características principais

Título do livroUm ano
AutorJUAN EMAR
Editora do livroEDITORA ROCCO
FormatoPapel
Tampa do livroMole
MarcaEDITORA ROCCO

Outras características

  • Quantidade de páginas: 128

  • Tipo de narração: Manual

  • ISBN: 9788532529848

Descrição

Na obra do chileno Juan Emar – expoente da literatura de vanguarda na América Latina que a Rocco apresenta pela primeira vez ao leitor brasileiro na coleço Otra Língua – o tempo é único: todos os dias parecem ser os primeiros dias do mundo. Assim é que, para o escritor, só resta começar de novo a jornada, desprezando os conceitos de realidade e identidade. Um ano é o diário do que promete o título: notas sobre um ano transcorrido na vida do narrador. So 12 entradas, feitas no primeiro dia de cada mês. Os episódios ou relatos – independentes entre si – vo se tornando mais estranhos à medida que a leitura avança. Apesar de obscuros, esto escritos em uma prosa simples e funcional. O absurdo e uma imaginaço desenfreada dominam os textos: com o indicador da mo esquerda equilibrando um disco, é possível uma interaço to perfeita que o narrador consiga cantar como Caruso; traças literárias exigentes perfuram o papel “à procura da primeira letra da primeira palavra da primeira linha do primeiro canto de ‘Les chants de Maldoror’, de Lautréamont”; quando sai à rua para vagar sem destino, o escritor sente “o dedo de Deus” cravando-se levemente na nuca dele; um telefone gruda-se de tal maneira à orelha que no há outro jeito para separar um e outra seno a operaço. Para o escritor argentino César Aira, que assina o posfácio de Um ano, nos livros do colega chileno “o absurdo é da espécie à qual se chega pelo excesso de lógica, e há um absurdo prévio, na redaço: é como se estivéssemos presenciando a invenço da arte da narraço, ou como se fosse um exercício de aprender a escrever relatos como o fazem os escritores, mas cada trecho da liço (descrições, detalhes circunstanciais, argumentos, desenlace) se tornasse independente e enlouquecesse...”. Segundo o crítico chileno Rafael Gumucio, nenhum livro de Emar está fechado em si mesmo: todos pedem um leitor cúmplice que os complete. Isso talvez explique o alto prestígio do autor desfrutado hoje na academia, entre estudantes e teóricos da literatura. Já o poeta Pablo Neruda chamava Juan Emar de “nosso Kafka”. César Aira, no entanto, considera casual qualquer semelhança entre ele e o escritor tcheco, e o aproxima de Macedônio Fernández e Witold Gombrowicz (autor polonês que viveu na Argentina).  Aira também nota o interesse, em suas leituras, de obras esotéricas, assim como de autores surrealistas e um profundo conhecimento de Dostoievski. O reconhecimento de Juan Emar só aconteceu tardiamente, na década de 1990, quando seus livros ganharam novas edições no Chile e na Argentina. Atualmente considerado um clássico latino-americano, os livros de Juan Emar foram recebidos com silêncio da crítica e a total indiferença do público à época de seu lançamento, na década de 1930.

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