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Elizabeth E Mary - Primas, Rivais, Rainhas

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Informações da loja

Rocco
Rocco

Loja oficial no Mercado Livre

Características principais

Título do livroElizabeth e Mary - Primas, Rivais, Rainhas
AutorJANE DUNN
Editora do livroEDITORA ROCCO
Capa do livroMole
MarcaEditora Rocco

Outras características

  • Quantidade de páginas: 488

  • Gênero do livro: Biografias

  • Tipo de narração: Manual

  • ISBN: 9788532516886

Descrição

Elizabeth e Mary, primas, rivais, rainhas não é um romance histórico mas flui como uma boa narrativa de ficção. E não é tratado acadêmico, mas traz uma impressionante riqueza de detalhes e farta documentação de época. A obra, da inglesa Jane Dunn, é o registro de um importante período histórico, contado através do intenso relacionamento entre as duas mulheres mais importantes do século XVI: Elizabeth, da Inglaterra, e Mary Stuart, rainha da Escócia. Resultado de 15 anos de pesquisas, Elizabeth e Mary recebe edição cuidadosa da Rocco, com grande número de ilustrações e dois anexos altamente informativos, uma cronologia da época e a linhagem das dinastias Tudor e Stuart.
Elizabeth nasceu em 7 de setembro de 1533, filha do famigerado rei Henrique VIII e sua segunda esposa, Ana Bolena. Antes de completar três anos, a mãe de Elizabeth foi executada e a pequena princesa foi criada como filha ilegítima, bem longe da corte. Nesta época, o rei passava por sucessivos casamentos em busca de um herdeiro do sexo masculino para se tornar seu sucessor. Apesar de tudo, a filha de Ana Bolena é integrada à linha sucessória e acaba coroada Elizabeth I, rainha da Inglaterra e Irlanda, em 1559. Já Mary Stuart nasceu em 8 de dezembro de 1542 e se tornou a rainha católica da Escócia aos cinco anos de idade, após a morte de Jaime V.
Em romances e filmes, Elizabeth ficou conhecida como a austera rainha virgem, que transformou a Inglaterra em grande império, enquanto Mary Stuart seria uma bela e astuta conspiradora, que cobiçava o trono da prima e acabou executada por traição. Segundo textos da época, ambas foram acusadas de serem assassinas, prostitutas e filhas do diabo por seus detratores. Os defensores das rainhas, no entanto, chamavam Elizabeth de heroína e salvadora e Mary de mártir e santa.
O livro de Jane Dunn, porém, vai muito além da contextualização histórica e de sua moldura, a situação política da Europa na época. Para a autora, Elizabeth e Mary é uma espécie de história híbrida das duas figuras históricas marcantes em sua época. Depois de anos mergulhada em arquivos de documentos do Império Britânico da biblioteca de Londres, Jane Dunn saiu com uma concepção muito mais rica de cada uma das personagens. A Elizabeth I da autora inglesa é uma mulher revolucionária que enfrentou um mundo de homens para construir e comandar por conta própria um Império, usando seu celibato como instrumento político e sacrificando sua vida pessoal. Já Mary aparece como uma mulher corajosa e passional, uma articuladora política que se casou duas vezes, com herdeiros dos tronos de França e Inglaterra, para garantir suas aspirações. Nas páginas de Jane Dunn, Mary se mostra como uma mulher capaz de tramar inconseqüentemente um complô para assassinar a prima. E Elizabeth aparece como uma soberana sensível, que sofreu com a fato de se tornar algoz de alguém de seu próprio sangue.
Temendo conspirações, Elizabeth aprisiona Mary Stuart, sua prima e rival, durante 18 anos e manda decapitá-la em 1587. A execução é pretexto para desencadear uma guerra entre a católica Espanha, o mais poderoso império de então, e a Inglaterra protestante, países que travavam disputas comerciais envolvendo as colônias no Novo Mundo. A Invencível Armada - famosa frota de guerra espanhola - é derrotada por uma grande tempestade no litoral inglês, em 1588. Assim, a Inglaterra tem o caminho aberto para estabelecer suas colônias e se tornar uma potência mundial. Elizabeth desenvolve o comércio e a indústria, institui algumas leis trabalhistas e incentiva o renascimento das artes, que florescem em seu tempo, em especial o chamado teatro elizabetano, que tem com representante máximo William Shakespeare. Curiosamente, foi Mary Stuart que forneceu a oportunidade que a prima precisava para construir o império que almejava. Do mesmo modo, Elizabeth ao morrer, em 1603, sem descendentes, deixou o trono para ninguém menos que Jaime, filho de Mary, que reuniu os reinos de Inglaterra, Irlanda e Escócia sob o comando de um membro da dinastia Stuart.


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