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História Da Filosofia Moderna, Vol. 2 - De Descartes A Kant

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Informações da loja

Rocco
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Loja oficial no Mercado Livre

Características principais

Título do livroHistória da Filosofia Moderna, Vol. 2 - De Descartes a Kant
AutorLUCIANO DE CRESCENZO
Editora do livroEDITORA ROCCO
Capa do livroMole
MarcaEditora Rocco

Outras características

  • Quantidade de páginas: 172

  • Gênero do livro: Ciências Humanas e Sociais

  • Subgêneros do livro: Filosofia

  • Tipo de narração: Manual

  • ISBN: 9788532522399

Descrição

“Fazer troça da filosofia é o verdadeiro filosofar.”
Blaise Pascal, Pensamentos, 4
 
Um belo cargo de diretor à frente de uma grande empresa. Um belo salário de um milho de liras. Tudo isso abandonado pela literatura – sob o viés da filosofia, especificamente. A estabilidade, trocada pela aventura literária e o amor filosófico, resume-se, hoje, em uma obra cujas vendas ultrapassam os 18 milhões de exemplares em 25 países, com traduções em 19 idiomas – já so 23 os livros do italiano Luciano De Crescenzo sobre a filosofia, tratada sem complicações, de maneira acessível e palatável, mesmo para leigos no assunto. Em História da filosofia moderna – De Descartes a Kant, vol. 2, quinto título da série sobre a história da filosofia com um olhar contemporâneo e mais próximo do cotidiano, o autor joga a lente de sua lupa analítica sobre 34 pensadores da filosofia dita “moderna”, afastada do ranço medieval e, portanto, sem a influência daqueles séculos obscuros sob comando da Igreja.
Segundo De Crescenzo, “filosofia moderna” subentende-se por uma expresso que junta o advérbio modo, que significa “agora”, e o adjetivo hodiernus, que quer dizer “atual”. Há, no entanto, para complicar, uma filosofia ainda mais recente, denominada “contemporânea”. Em termos de data, pode-se dizer, de modo aproximado, que a filosofia pode ser dividida em quatro partes básicas: a grega, vai de 700 a.C. a 400 a.C., a medieval, que inicia em 400 e finda em 1400, a moderna que compreende o período entre 1400 e 1800, e, finalmente, a contemporânea, que começa em 1800 e dura até os dias de hoje. Quem marca a virada entre as duas filosofias modernas – uma, sob a sombra da religio, e a outra, sob o espectro da ciso definitiva entre fé e ciência – é René Descartes (do Discurso sobre o método, da fuso da álgebra com a geometria, da máxima “penso, logo existo”) .
A partir de Descartes, Luciano De Crescenzo desfila seu olhar, com leveza, síntese e bom humor, sobre a vida e a obra, mais casos curiosos, de nomes cujos pensamentos do corpo a um dos períodos mais férteis do pensamento ocidental, o Iluminismo: Thomas Hobbes (autor do clássico político Leviat, em que diz “o homem é o lobo do homem”), Blaise de Pascal (pai dos Pensamentos, livro que reúne 948 reflexões diversas), Isaac Newton (da maç que, num surto de “eureka!”, revolucionou o campo da Física), Christian Wolff (da “liberdade filosófica”, única capaz de tornar o homem feliz), George Berkeley (que afirmava serem todas as qualidades subjetivas), Montesquieu (autor do clássico O espírito das leis, onde afirma que os criminosos devem pagar por seus pecados até seus últimos dias), D’Alembert (do pensamento especulativo), Voltaire (figura máxima iluminista), David Hume (o maior dos empiristas), Marquês de Sade (filósofo na opinio de De Crescenzo), Immanuel Kant (pai de A crítica da razo pura), entre tantos outros.
Contextualizando a filosofia de cada pensador com um pé na atualidade e a cabeça no presente, De Crescenzo aproxima os leitores – até mesmo os no-iniciados em filosofia e sem resvalar em academicismos desnecessários – do legado teórico e intelectual de grandes homens para a história do pensamento. Inovador, História da filosofia moderna – De Descartes a Kant, vol. 2 é a introduço perfeita para quem deseja mergulhar no oceano de questões e reflexões da filosofia, com uma linguagem leve e fluida como um bom bate-papo – no à toa, nos dias de hoje, a filosofia tornou-se já um tema corriqueiro nas rodas de conversa. Como disse Pascal, “É muito melhor saber alguma coisa sobre tudo do que tudo sobre alguma coisa.”

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