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A Libélula Dos Seus Oito Anos

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Informações da loja

Rocco
Rocco

Loja oficial no Mercado Livre

Características principais

Título do livroA Libélula dos Seus Oito Anos
AutorMartin Page
IdiomaPortuguês
Editora do livroEDITORA ROCCO
Tampa do livroMole
MarcaEditora Rocco

Outras características

  • Quantidade de páginas: 176

  • Tipo de narração: Manual

  • ISBN: 9788532525840

Descrição

A excentricidade de seus personagens talvez seja a característica mais marcante de A libélula dos seus oito anos, a nova obra de Martin Page. Escrito numa narrativa quase sempre sarcástica, o romance traz figuras que fogem completamente ao usual, e que só se tornam críveis por conta da riqueza de detalhes psicológicos com que so descritos e por terem sido “descobertos” nos recantos da tampouco usual Paris.

Por trás de Fio Régale, uma jovem que aprendeu desde cedo as infelicidades da vida, se esconde uma pessoa simples e muito pragmática, com uma incrível capacidade para a pintura e inigualável aptido para enxergar o mundo ao seu redor. Ela gosta de neve e chá sem açúcar, e chantageia pessoas ameaçando tornar públicos seus segredos, os quais ela finge conhecer. Com isso, consegue dinheiro suficiente para se sustentar.

Por conta dessas chantagens, ela passa a conhecer Ambrose Abercombrie, um milionário parisiense e famoso historiador de arte, que se torna uma de suas vítimas. Abercombrie descobre o truque de Fio, mas, em vez de denunciá-la, pede à jovem apenas que lhe “alugue” seus quadros, encantado que fica pelo seu trabalho como pintora.

O enredo traz ainda Zora, uma ex-modelo que, de tanto odiar ter vizinhos, é proprietária dos 24 apartamentos do prédio onde vive Fio. Apesar de sua beleza, Zora encarna o “ódio dos infelizes” e despreza a hipocrisia e a mentira humanas. Todo o seu rancor pode ser medido por um de seus passatempos prediletos: atirar nos eletrodomésticos e nas paredes dos apartamentos com uma Beretta. Para a ex-modelo, a razo de fazer tantos furos em objetos inanimados era simples: “se atirasse em pessoas, seria presa”. Aos poucos, Zora e Fio se tornam melhores amigas.

Page penetra fundo no lado desumano da arte, um mundo que envolve falsidade, inveja, egocentrismo e arrogância. Essa faceta obscura dos marchands, dos críticos e dos artistas, para uma pessoa com a pureza de Fio, será como um mergulho em águas turvas e desconhecidas. O resultado é um romance único, irresistível e nada banal, sobre a banalidade da vida, urdido com o humor, a delicadeza e a desesperança to peculiares do autor.

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