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Caligrafia Silenciosa

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Rocco
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Características principais

Título do livroCaligrafia silenciosa
AutorGEORGE POPESCU ORG.MARCO LUCCHESI
IdiomaPortuguês
Editora do livroEDITORA ROCCO
FormatoPapel
Tampa do livroMole
MarcaEDITORA ROCCO

Outras características

  • Quantidade de páginas: 80

  • Tipo de narração: Manual

  • ISBN: 9788579802362

Descrição

No se trata de magia, mas de exercício: dar sombra e contorno ao indizível que passa em frente à caverna de Plato. No é uma questo de origem, nem de fim, e sim de meio — o no lugar; estar sempre a caminho. É sobre esta poesia, mais eloquente quando emudece, que o poeta, escritor, ensaísta e tradutor romeno George Popescu sangra, ou dissimula, ou projeta sua Caligrafia silenciosa – título do livro que abre a coleço Espelho do Mundo, da Rocco Jovens Leitores. Dedicada à poesia contemporânea, em edições bilíngues, ela é idealizada pelo acadêmico carioca Marco Lucchesi.   Amigos e tradutores um do outro em seus países, Romênia e Brasil, respectivamente, Popescu e Lucchesi convergem seus talentos e olhares (e a latinidade das línguas, ao mesmo tempo to próximas e to distantes) neste volume que, desde o prefácio, convida o leitor a refletir sobre o fazer poético como confronto e afronta — o caduco que caminha para a novidade subversiva, o novíssimo que se pensa e quer novíssimo e retorna à tradiço —, como forma de estar no mundo.   Selecionados e traduzidos pelo poeta, romancista, ensaísta e tradutor brasileiro, os poemas compreendem dois blocos: “Caligrafia silenciosa”, escrito entre a Itália e a Romênia, de 2002 a 2005; e “Ars Moriendi”, concebido por George Popescu a partir de uma viagem ao Rio de Janeiro e a So Paulo, em 2005, para uma série de conferências literárias. Em ambos conjuntos de textos, o autor romeno testa, brinca e exercita a língua sobre sentimentos e sensações, afinal, segundo o próprio, o que é a poesia seno “a diviso silábica das coisas vividas”?   Insinuando-se nos abismos particulares de cada um, os versos de Popescu debruçam-se sobre o homem, sua existência — “procuro a mim mesmo nos olivais famintos”; “nenhum rosto”; “esqueci de onde venho”; “no sou o escolhido”; “a iluso no me concerne”; “no verso da página ainda se veem/ as intraduzíveis chagas do poeta”; “é minha a dor inteira/ desse esfomeado oceano”.   Em meio à crise de valores, estilos, temas, conteúdo e da própria escrita em si, o poeta se põe como protagonista — “este rosto no possui mais janelas”. É o demiurgo que se lança na matéria viva do poema — “(...) em suas retinas/ uma arte germina” — e que pelo ato de escrever se dá conta de sua condiço humana: “Na densa e silenciosa escurido como a noite/ de um amor desperdiçado/ sequer uma palavra/ só o nariz erguido na direço de um céu invisível// zigoma apertado nesta imagem/ que cai no teu ventre como um co/ magoado na soleira de sua última vontade/ de tornar-se homem.” Uma poesia, enfim, reflexiva e ruidosa a cada silêncio.

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