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A Mãºsica Do Cinemaâ  1 - Os Cem Primeiros Anos

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Informações da loja

Rocco
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Loja oficial no Mercado Livre

Características principais

Título do livroA Música do Cinema  1 - Os Cem Primeiros Anos
AutorJOÃO MÁXIMO
IdiomaPortuguês
Editora do livroEDITORA ROCCO
Capa do livroMole
MarcaEDITORA ROCCO

Outras características

  • Quantidade de páginas: 524

  • Gênero do livro: Arte,arquitetura e desenho

  • Subgêneros do livro: Música

  • ISBN: 9788532515926

Descrição

O som de que canção Fred Astaire e Ginger Rogers dançam juntos, pela primeira vez na tela, em Voando para o Rio (1933)? A resposta é "The Carioca". Você não vai descobrir isso no alentado livro A música do cinema (em dois volumes com, respectivamente, 524 e 444 páginas), do jornalista João Máximo. O interesse do autor, 68 anos, 43 deles de jornalismo, ao analisar o primeiro centenário do cinema, de 1895 a 1995, não são as famosas canções dos filmes, mas sim a música incidental, a música de cena, ou como disse ele em entrevista, "a música clássica do século XX". Autores que compuseram trilhas musicais inesquecíveis como Nino Rota, Henry Mancini, Michel Legrand e John Williams ganham vida e obra nas quase mil páginas do abrangente trabalho do jornalista. Mas o que impressiona mesmo ao longo de 12 capítulos é a vasta gama de informações sobre autores mais obscuros e o panorama da música para filmes feita em países como Polônia, Grécia, Suécia, Japão, China e Índia."Começa com uma ênfase nos Estados Unidos", conta João Máximo, "não só porque a indústria começa lá mas por, logo no início, aqueles compositores europeus, quase todos judeus fugidos do nazismo, terem se instalado em Hollywood. Todos com ambições clássicas, pretendiam escrever óperas e concertos, mas não havia mais lugar para eles nas salas da Europa, e acabaram nos Estados Unidos, a maioria vendo a arte de compor para o cinema com reservas." A música do cinema prossegue mostrando como aquela arte se desenvolveu ganhando características próprias e passeia pelo trabalho feito por compositores de todo mundo, quase sempre seguindo a linha evolutiva das trilhas sonoras numa narrativa cronológica. Em alguns capítulos João Máximo abandona a seqüência cronológica e segue uma ordem mais pessoal, garantindo alguns dos melhores momentos da obra. Como em O toque de Mancini, em que trata do compositor que foi o mais importante de sua geração, ou em A batuta do braço direito, em que esmiuça quatro famosas parcerias entre compositores e cineastas: Bernard Herrmann e Alfred Hitchcock, Nino Rota e Federico Fellini, Ennio Morricone e Sergio Leone e, de novo, Henry Mancini e Blake Edwards. Para quem sentiu falta da dupla John Williams e Steven Spielberg na lista o autor explica: "você tenta evitar, mas acaba se deixando trair pelo entusiasmo que tem por certo compositor". Williams foi escolhido por João Máximo como o mais importante compositor de cinema em atividade para balizar o capítulo de encerramento do livro, O fim do primeiro século.Outro capítulo que subverte a estrutura narrativa do livro é o dedicado ao cinema brasileiro. Afinal, as trilhas sonoras nacionais dão ênfase às canções, deixando de lado a música incidental, e, conseqüentemente, o tema da obra. "Eu não poderia deixar o cinema brasileiro de fora. Acabei fazendo um ensaio, uma pensata pessoal", explica o autor, que teme que o capítulo possa ferir algumas suscetibilidades. Mas isso torna ainda mais interessante uma obra de fôlego que custou nada menos do que oito anos de trabalho para João Máximo.A música do cinema traz um índice onomástico ao final de cada volume e consta ainda de uma discografia básica, com mais de 350 títulos devidamente cotados e separados por capítulos, o que a torna uma obra de referência essencial para os interessados no assunto.

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