Dias De Pavor A Leite Revolução Paulista 1924 Tenentista

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Autor:        Aurélio Leite

Tìtulo:       Dias de Pavor
Editora:      Monteiro Lobato

Ano:          1924

Páginas:      221  




Comentário:   Livro  em bom estado de conservação, brochura com capa original.Lombada refeita pelo antigo dono,  como mostra a foto.


Figuras e Scenas da Revolta de S. Paulo em 1924.

 A Revolta Paulista de 1924, também chamada de 'Revolução Esquecida', de "Revolução de 1924" e de "Segundo 5 de julho" , foi a segunda revolta tenentista. Foi o maior conflito bélico já ocorrido na Cidade de São Paulo.   Comandada pelo general reformado Isidoro Dias Lopes, a revolta teve a participação de numerosos tenentes, entre os quais Joaquim Távora (que faleceu na revolta), Juarez Távora, Miguel Costa, Eduardo Gomes, Índio do Brasil e João Cabanas.   Deflagrada na capital paulista em 5 de julho de 1924 ( 2º aniversário da Revolta dos 18 do Forte de Copacabana, primeira revolta tenentista), a revolta ocupou a cidade de São Paulo por vinte e três dias, forçando o presidente do estado, Carlos de Campos, a se retirar para o interior do estado, depois de ter sido bombardeado o Palácio dos Campos Elíseos sede do governo paulista na época.  Aconteceram rebeliões em várias cidades do interior de São Paulo, com tomada de prefeituras. Ainda sob a influência da Revolta Paulista de 1924, surgiram motins em outros estados, como o Rio Grande do Sul e o Amazonas, também exigindo a renúncia do presidente Artur Bernardes.  Os revoltosos entraram em contacto com o vice-presidente do estado Coronel Fernando Prestes de Albuquerque em Itapetininga convidando-o para assumir o governo revolucionário em São Paulo. O Coronel Prestes que já orginizara um batalhão em defesa da legalidade, na região da Estrada de Ferro Sorocabana, respondeu aos revoltosos: A Cidade de São Paulo foi bombardeada por aviões do Governo Federal. O exército legalista (leal ao presidente Artur Bernardes) utilizou-se do chamado "bombardeio terrificante", atingindo vários pontos da cidade, em especial bairros operários como a Mooca e o Brás, e de classe média, como Perdizes, onde, até hoje, se comemora a revolução de 1924.  Sem poderio militar equivalente (artilharia nem aviação) para enfrentar as tropas legalistas, os rebeldes retiraram-se para Bauru, onde Isidoro Dias Lopes ouviu notícia de que o exército legalista se concentrava na cidade de Três Lagoas, no atual Mato Grosso do Sul.  Isidoro Dias Lopes e Juarez Távora planejaram, então, um ataque àquela cidade. A derrota em Três Lagoas, no entanto, foi a maior de toda esta revolta. Um terço das tropas revoltosas morreram, feriram-se gravemente ou foram capturadas.  Vencidos, os revoltosos marcharam, então, rumo ao sul do Brasil, onde, na cidade de Foz do Iguaçu, no Paraná, uniram-se aos oficiais gaúchos comandados por Luís Carlos Prestes, no que veio a ser o maior feito guerrilheiro no Brasil até então: a Coluna Prestes.  Os revoltosos foram finalmente derrotados nos primeiros dias de agosto de 1924, retornando o Presidente Carlos de Campos à capital paulista.  Um inquérito feito pelo Governo do Estado de São Paulo, logo após o fracasso do movimento subversivo de julho de 1924, detectou inúmeros casos de vandalismo e estupros no interior do estado de São Paulo, especialmente sob os olhos do Tenente João Cabanas, que comandava um grupo de revoltosos, que foi denominado como A Coluna da Morte.  O inquérito também apurou que muitos coronéis do interior que faziam oposição ao Dr. Carlos de Campos apoiaram o movimento subversivo de julho.  O general de Divisão Abílio Noronha, comandante da 2ª Região Militar que abrangia São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, acusou políticos de estarem por trás da revolta, incitando os militares à aderirem à revolução.  O General Noronha criticou também a retirada precipitada da capital paulista, do presidente do estado e das tropas leais a ele, alegando que havia como ter resistido e vencido os revoltosos, logo no início da revolta, e dentro da cidade de São Paulo.  Os tenentes e demais militares que participaram desta revolta e das demais revoltas da década de 1920 receberam anistia dada por Getúlio Vargas logo após a vitória da Revolução de 1930.  No bairro de Perdizes, em São Paulo, a revolução de 1924 ainda é comemorada anualmente até hoje em dia..





 

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