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Há centenas
de jogos que misturam RPG e estratégia. No PlayStation 2, isso é uma fórmula
tradicional que muitos desenvolvedores seguem. No entanto, Eternal Poison
(lançado no Japão como Poison Pink) tenta adicionar um ar sombrio a esse
conceito. Dessa forma, as pequenas características distintas do jogo tornam o
conjunto final uma opção interessante para os proprietários do PS2.
Seguindo um prólogo
apresentado pela bela Thage e pelo demônio Raki (semelhante a um lobo), o gamer
pode conhecer um pouco mais sobre os princípios básicos da jogabilidade de
Eternal Poison. Como sempre, as batalhas ocorrem em um campo de batalha
repartido em pequenas áreas iguais. Comandando seus combatentes, o jogador
consegue entender mais sobre Majin (demônios), pontos fracos dos inimigos e
combates em geral.
A história é bastante
comum, mas não deixa de cativar os fãs de RPGs de estratégia. A princesa do
reino de Valdia foi raptada pelas criaturas do reino de Besek, e o rei Valdus
está oferecendo qualquer coisa como recompensa para aquele que recuperar sua
filha amada. Com gráficos belos e áudio respeitável, Eternal Poison pode
intrigar vários jogadores com sua aparência sinistra.
Fonte: IGN
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