Modulo Roland Jv1080 Similar Xp50 Com 640 Sons Na Sommexe

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    Modulo Roland JV1080 Novinho otimo pra quem sequencia e quer ter aqueles sons Top da linha Xp e poder acrescentar placas de expansao de acordo com a necessidade do trabalho a ser feito
    64 notas de polifonia 16 parts padrao Gm compativel
    aqui na Sommexe com Garantia de 3 meses
    http://images.quebarato.com.br/photos/big/2/C/150C2C_1.jpg

    Assim como vários outros instrumentos musicais eletrônicos modernos, o Roland JV-1080 oferece várias saídas (físicas) de áudio, através das quais podem ser direcionados os sons produzidos pelos tones e partes timbrais do equipamento. Essa facilidade existe de forma a permitir que timbres diferentes sejam enviados por caminhos de áudio diferentes, para serem processados individualmente por dispositivos externos de efeitos. Apesar do JV-1080 já possuir três processadores de efeitos, muitas vezes torna-se necessário usar outros processadores, pois o JV-1080 pode operar com até 16 partes timbrais, e nem sempre os três processadores dão conta do recado.

    No modo de operação Performance, o JV-1080 funciona como equipamento multitimbral, transformando-se em 16 instrumentos independentes (partes timbrais), sendo que uma das partes - a parte 10 - opera somente com kits de percussão (não podendo tocar os demais timbres, como pianos, cordas, etc). Vamos abordar o uso das múltiplas saídas de áudio no modo Performance, por ser o mais usado pela maioria das pessoas. No entanto, os conceitos apresentados aqui valem também para o modo Patch.

    Modo Performance: Na memória do JV-1080, estão armazenadas 32 USER Performances (que podem ser alteradas pelo usuário), e 64 PRESET Performances (cujos parâmetros não podem ser alterados). Portanto, se você quiser alterar uma Performance, deverá usar uma das 32 USER (ao alterar os parâmetros de uma Performance, os dados originais serão perdidos para sempre; por isso, escolha uma das USER Performances que você não usa).

    Modo Patch:
    Patch é o nome dado a cada timbre do JV-1080 (e outros instrumentos Roland). No modo Patch, o JV-1080 só pode tocar um timbre de cada vez, enquanto em modo Performance, podem ser usados até 16 Patches simultâneos. Entretanto, alguns parâmetros originais do Patch nem sempre são aproveitados, quando se está no modo Performance, como, por exemplo, a programação de efeitos.
     

    Fundamentos

    O Roland JV-1080 possui seis saídas de áudio (três pares), designadas por MIX OUT (R/L), OUTPUT1 (R/L) e OUTPUT2 (R/L). No meio do caminho dos sons das partes timbrais para as saídas de áudio, podem (e devem) ser inseridos os processadores de efeitos.

    Cabe lembrar que os três processadores de efeitos (Reverb, Chorus e EFX) são compartilhados por todas as 16 partes timbrais do JV-1080; essa situação não é uma limitação só do JV-1080, pois ocorre em todos os instrumentos multitimbrais atuais (até o dia em que cada parte timbral tiver seu próprio processador de efeitos - o que não deve demorar muito).
     

    Procedimentos básicos para edição

    Para alterar os parâmetros de uma Performance, deve-se entrar no modo de edição, e proceder da seguinte forma:

    • pressionar o botão PARAMETER (que se iluminará);


    • escolher o conjunto de parâmetros onde está aquele que se quer alterar; para isso, deve-se pressionar o botão correspondente (abaixo do display), identificado pelo título em cor azul; no caso da configuração de saídas e efeitos, deve-se pressionar o botão EFFECTS;


    • o display mostra o(s) parâmetro(s) da parte timbral previamente selecionada (o default é a parte 1); para ver os parâmetros de outra parte, basta pressionar PARAMETER (a luz se apaga), e em seguida pressionar o botão da parte timbral que se deseja (PART SWITCH 1-8 ou 9-16), e ele se acenderá; para voltar à edição do parâmetro, basta pressionar de novo PARAMETER;
       
    • para se visualizar a configuração do parâmetro selecionado em todas as partes timbrais, basta pressionar o botão PALETTE (serão mostrados dois grupos de oito partes, alteranáveis pelo botão 1-8 / 9-16);
     
    O parâmetro selecionado para edição é aquele sob o qual há um traço horizontal (cursor) piscando; para apontar o cursor para outro parâmetro, basta usar as teclas de setas horizontais (< ou >), localizadas abaixo do botão rotativo VALUE; para alterar o valor do parâmetro, pode-se usar tanto o botão rotativo VALUE, quanto os botões de DEC e INC.

    Quando existe no display uma seta apontando para baixo, significa que há outras páginas referentes àquele grupo de parâmetros (quando há uma seta apontando para cima, significa que há páginas para cima; quando a seta possui duas pontas, há páginas para cima e para baixo). Para mover o display para outra página, basta pressionar os botões de setas (para cima e para baixo), localizados abaixo do botão rotativo.

    DEC / INC
    Usando-se os botões DEC ou INC, pode-se fazer o valor variar mais rápido: para aumentar rapidamente o valor do parâmetro, pressione primeiro INC, e em seguida, sem soltar esse botão, pressione DEC; para diminuir rapidamente o valor do parâmetro, pressione primeiro DEC, e em seguida, sem soltar esse botão, pressione INC; (esta é uma herança do pequeno notável Sound Canvas!)
     

    Direcionando as saídas e configurando os efeitos

    Como foi apresentado no primeiro tópico deste tutorial (Fundamentos), o JV-1080 possui três pares de saídas de áudio (MIX, OUT1 e OUT2). É possível então direcionar o som (estéreo) de cada parte timbral para um desses pares, utilizando ou não os processadores de efeitos.

    A seleção do par de saída a ser usada pela parte timbral é efetuada no parâmetro PART OUTPUT, acessada pela tecla EFFECTS. Vejamos então as características de cada um dos parâmetros em PART OUTPUT.

    As opções de OUTPUT ASSIGN são as seguintes:

    • MIX: o som da parte timbral é direcionado para o par MIX;
    • EFX: o som da parte timbral é direcionado para passar pelo processador de efeitos EFX, e a saída física por onde o som sairá é definida em EFX;
    • OUTPUT1: o som da parte timbral é direcionado para o par OUTPUT1;
    • OUTPUT2: o som da parte timbral é direcionado para o par OUTPUT2;
    • PATCH: o som da parte timbral é direcionado para o par definido no patch que está sendo usado naquela parte;
     
    IMPORTANTE: 

    Tome cuidado ao usar esta configuração, pois se no patch estiver selecionado um par de saídas físicas que não estão conectadas ao mixer ou amplificador, nenhum som será ouvido;

    É importante também ter sempre em mente que os processadores de chorus e reverb só podem ser usados se a saída MIX for usada (diretamente, ou via EFX). Se você direcionar o som de uma parte timbral para OUTPUT1 ou OUTPUT2, não poderá usar os processadores individuais de chorus e reverb (nesses casos, poderá ter esses tipos de efeitos - chorus e reverb - por meio do processador EFX, mas perderá os outros dois processadores).

     

    Ainda em OUTPUT ASSIGN, podemos ajustar o volume (OUTPUT LEVEL) de sinal que será enviado para a saída selecionada. A faixa de valores vai de 0 (silêncio) até 127.
     
     

    O volume ajustado previamente em OUTPUT ASSIGN pode ser alterado (dentro da faixa indicada) via MIDI, usando-se comandos de control change #7 para cada parte timbral.

     

    Os valores dos parâmetros Chorus e Reverb indicam a quantidade de cada um desses efeitos que será aplicada ao som da parte timbral, e direcionado à saída MIX. Se estiver sendo usada a saída OUTPUT1 ou a saída OUTPUT2, estes valores não têm efeito, pois os processadores individuais de reverb e chorus não estarão disponíveis.

    • OUTPUT=MIX
    • Quando OUTPUT ASSIGN é a saída MIX, temos as seguintes opções:


      • som sem qualquer tipo de efeito (Level>0; Chorus Send=0; Reverb Send=0); nessa situação, o som vai direto para MIX, não passando em qualquer processador de efeito.
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      • som com chorus e/ou reverb (Level>0; Chorus Send>0; Reverb Send>0); nessa situação, o som vai para MIX, mas passa também pelos processadores de reverb e chorus (a intensidade de cada um desses efeitos é dada pelo valor ajustado em cada um).
       
         

        Se por acaso nessa situação não for notada a presença dos efeitos de chorus e reverb, é porque seus ajustes globais de intensidade estão muito baixos ou em zero. Esses ajustes são alterados nos parâmetros LEVEL das janelas de PERFORM CHORUS e PERFORM REVERB.
         
         

    • OUTPUT=EFX
    • Quando OUTPUT ASSIGN = EFX, para que o som da parte timbral saia pelo par de saídas MIX OUT, é preciso selecionar EFX OUT = MIX, o que é feito na janela PERFORM EFX OUT, acessável também pelo botão EFFECTS:

      Os valores de chorus e reverb nessa janela referem-se à intensidade desses efeitos a serem aplicados ao som que sai do EFX (veja mais adiante), que no momento deixaremos em zero (inoperante).

      Nesse caso, temos então as seguintes opções:
       

      • som somente com o(s) efeito(s) de EFX (Level>0; Chorus Send=0; Reverb Send=0); nessa situação, o som vai para EFX, não passando pelos processadores individuais de reverb e chorus; de EFX o som vai para a saída MIX OUT;
       
         
      • som com o(s) efeito(s) de EFX, reverb e chorus (Level>0; Chorus Send>0; Reverb Send>0); nessa situação, o som vai para EFX, e também para os processadores individuais de reverb e chorus; de EFX o som vai para a saída MIX OUT; o som que passa pelos processadores individuais de reverb e chorus também vai para MIX OUT, mas independente de EFX.
       
         
      Ainda quando OUTPUT ASSIGN = EFX, e o som da parte timbral saindo pelo par de MIX OUT, pode-se ter os efeitos de chorus e reverb sendo aplicados ao som depois do EFX, bastando para isso ajustar para eles valores diferentes de zero na janela PERFORM EFX OUT:

      Para que isso funcione adequadamente, é necessário cortar a intensidade de sinal que vai para chorus e reverb antes de EFX, o que é feito na janela.

      Nesse caso, ter-se-á os processadores de reverb e chorus em paralelo, após o EFX. Isso faz com que o reverb e o chorus sejam aplicados sobre o som já processado por EFX.


    (este texto foi publicado no Informus Tutorial de fev/96)


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  • Resposta:
    09/11/2009 15:04
    ola Ebdisk, nao interessou sua proposta ! material da Emu eh dificil vender hoje em dia, vai anunciando que um dia aparece algum comprador potencial ok ? abrcs Rena Sommmexe
    Pergunta:
    OLA AMIGO Aceita uma guitarra Jackson JD Linda em ótimo estado, Uma Guitarra Oscar Smith verde zeradaa ótima tambem uma impressora hp e mais uma scaner da Genus tudo em perfeita condiçoes a e 2 estantes de partirura RMW? cara só to le oferecendo isso tudo pq to precisando muito de um modulo desse pq toco em uma banda..nao le ofereço dinheiro pq realmente estou em um momento meio dificil i ai
    Resposta:
    22/10/2009 19:06
    ola Rafa boy me manda essa proposta por imel directo aki pra lojha, axanos facil pelo guguol, abrcs Rena Sommmexe
    Pergunta:
    Interessa troca em um korg x3?
    Resposta:
    19/10/2009 20:18
    ola Dimitri, como esta seu X3 ? manda fotos dele por imel, axanos facil pelo guguol , te aguardo abrcs rena Sommmexe


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