|
TURIBIO SANTOS
1º LP GRAVADO
12 ESTUDOS PARA VIOLÃO
VILLA LOBOS

ORIGINAL 1963 / MONO
GRAV. CARAVELLE / CAR-43.001
SÉRIE CLÁSSICA

EXTREMA RELÍQUIA
PARA
FÃS E COLECIONADORES
| 1 |
Estudo nº 1, em mi menor |
| |
|
| 2 |
Estudo nº 2, em lá maior |
| |
|
| 3 |
Estudo nº 3, em ré maior |
| |
|
| 4 |
Estudo nº 4, em sol maior |
| |
|
| 5 |
Estudo nº 5, em dó maior |
| |
|
| 6 |
Estudo nº 6, em mi menor |
| |
|
| 7 |
Estudo nº 7, em mi menor |
| |
|
| 8 |
Estudo nº 8, em dó sustenido menor |
| |
|
| 9 |
Estudo nº 9, em fá sustenido menor |
| |
|
| 10 |
Estudo nº 10, em si menor |
| |
|
| 11 |
Estudo nº 11, em si menor |
| |
|
| 12 |
Estudo nº 12, em lá menor |
| |
|
TURÍBIO SANTOS
Seu trabalho é conhecido internacionalmente desde 1965, quando então venceu o famoso Concurso da ORTF, na França. Vários autores dedicaram-lhe peças, tais como Radamés Gnattali, Edino Krieger, Almeida Prado, Ricardo Tacuchián, Francisco Mignone e Leo Brouwer. Nascido em São Luís, Maranhão, sua família se mudou para o Rio de Janeiro quando Turíbio estava com 3 anos de idade. Foi seu pai quem o influenciou a tocar violão, pois ele era um grande aficionado do violão, e um episódio histórico retrata bem isso: Agustín Barrios esteve em São Luís, antes de Turíbio nascer, e seu pai foi a uma praça pública reunir um público para que assistisse Barrios, porque não tinha ninguém no teatro. No Rio, suas irmãs aprendiam violão em casa com um professor, sr. Molina, e Turíbio passou a ter aulas também. Depois foram orientados por Francisco Amaral. Aos 12 anos, viu Andrés Segovia em um filme na embaixada americana. A experiência o marcou para sempre e descobriu que aquele era o ideal violonístico a ser atingido e por muito tempo assim prevaleceu. Em 1957, então com 14 anos de idade, Turíbio conheceu Heitor Villa-Lobos na Escola de Canto Orfeônico no Rio em uma conferência sobre sua obra para violão. Anotou cada palavra de Villa-Lobos, a pedido de Hermínio Bello de Carvalho, que tinha um programa de rádio Violão de ontem e de hoje. Nessa época, Hermínio e Turíbio eram alunos de Antônio Rebello. Em 1962, estava de férias em São Luís e acabou sendo convidado a dar um recital, que foi sua estréia como profissional. O recital foi pela SCAM - Sociedade de Cultura Artística Maranhense no belo Teatro Artur Azevedo. No mesmo ano tocou no Festival Villa-Lobos e a convite de Arminda Villa-Lobos gravou os 12 Estudos. Paralelamente, Turíbio estava prestando vestibular de Arquitetura no Rio de Janeiro. Turíbio tem mais 50 registros em discos e CD's, mas o primeiro foi aos 18 anos para o Museu Villa-Lobos e que foi também o primeiro disco do Museu, no qual, como se sabe, foram gravados os 12 estudos de Villa-Lobos. Esta gravação lançaria seu nome no Brasil e na Europa anos mais tarde. Em seguida, em 1963 gravou em duo com o violonista uruguaio Oscar Cáceres. Em março de 1964 ocorreu o Golpe Militar no Brasil, quando Turíbio estava cursando o 3.º ano de Arquitetura, e por causa da situação angustiante do país resolveu abandonar o curso universitário e decidiu ser violonista, pois raciocinou que assim teria mais controle sobre sua própria vida. Em junho de 1965 ele vence o Concurso Internacional da Rádio e Televisão Francesa. Foi um feito histórico para a música no Brasil e o Concurso da ORTF abriu uma série de portas para ele na França, inclusive regravou os 12 Estudos lá. Logo após o Concurso, ele é convidado a lecionar no maior conservatório municipal de Paris, que tinha 1500 alunos. Decidiu que iria ficar um ano, mas acabou ficando 10 anos, com viagens ao Brasil para compromissos profissionais e familiares. Paris era um ponto cultural de peso para a carreira, e lá ele permaneceu, se casou e teve dois filhos. Em 1974 ele regressa ao Brasil pois queria que os filhos não perdessem o vinculo com o Brasil, Ainda se dirigiu à França intensamente até 1985, ano em que foi convidado a dirigir o Museu Villa-Lobos, cargo que exerce até hoje, além de uma intensa atividade como concertista. Em 2002 Turíbio Santos lançou um livro autobiográfico Mentiras ... ou não? Uma quase autobiografia pela editora Jorge Zahar, em comemoração aos seus 40 anos de atividade profissional. Coordena a série Violão Amigo, de partituras de obras brasileiras, também pela Zahar, já com três volumes publicados.
CAPA E VINIL USADOS, MAS EM PERFEITO ESTADO
VG ++
 

CAPA 100% INTEIRA, SEM RASGOS, EMENDAS, MANCHAS, FITAS OU SÊLOS. TEM NOME ESCRITO A CANETA. CONFIRA NA FOTO 1.
VINIL SEM NENHUM ARRANHÃO. BRILHO ORIGINAL. SÊLOS CENTRAIS PERFEITOS. TEM POUCAS E LEVES MARCAS SUPERFICIAIS.
FRETE POR CONTA DO COMPRADOR
POR FAVOR, SÓ DÊ SEU LANCE NA CERTEZA DA COMPRA
 |
Sou MercadoLíder  Os MercadoLíderes são os usuários de nossa comunidade que se destacam devido a sua trajetória de vendas, seriedade e pela grande quantidade de qualificações positivas que receberam de outros usuários. Por isso, o MercadoLivre.com destaca esses usuários com medalhas especiais ao lado do apelido. | |
 |
 |
Meu eShop
|
LUCADISCOS / VINIS RELÍQUIAS MUSICAIS EM VINIL - 1953 / 1980 - MPB , BOSSA-NOVA, J. GUARDA , E ROCK PROGRESSIVO | |
 |
|