LIVRO
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A NOVA MÚSICA
DA REPÚBLICA VELHA
ARY VASCONCELOS
CAPA DE MILLÔR FERNANDES
A HISTÓRIA
A MÚSICA POPULAR BRASILEIRA NO GOVERNO PROVISÓRIO (1889 - 1891)
-OS NOVE MESES CONSTITUCIONAIS DE DEODOO DA FONSECA: ÓPERA, MODINHA E CHORO (1891)
NOS DIAS DE FLORIANO PEIXOTO (1891 - 1894)
PRUDENTE DE MORAIS - (1894 - 1898)
GOVERNO CAMPOS SALES (1898 - 1902)
GOVERNO RODRIGUES ALVES (1902 - 1906)
OS PERSONAGENS
LIVRO REFERÊNCIA PARA PESQUISADORES E HISTORIADORES
276 PÁGINAS
EDIÇÃO DO AUTOR
APENAS 2.000 EXEMPLARES
LIVRO FORA DE CATÁLOGO
Ary Vasconcelos 4/2/1926 Rio de Janeiro, RJ - 8/10/2003 Rio de Janeiro, RJ.Jornalista. Crítico. Musicólogo.
Em 1943, começou a escrever no jornal "O Globo" na seção "Um pouco de jazz", em colaboração com Sílvio Túlio Cardoso. Os dois assinaram também a coluna "Swing Fan", na revista A Cena Muda. Nas rádios Tupi e Tamoio, redigiu o programa Swing Cocktail. Entre 1943 e 1946, foi cronista de jazz da revista A Cigarra e, nos três anos seguintes, escreveu críticas de rádio na revista O Cruzeiro. No "O Jornal" foi crítico de música popular, entre 1957 e 1963, função que também exerceu no "Jornal do Comércio" (1961-1967), "O Globo" (1967-1970), "Querida" (1969-1971), "O Cruzeiro" (1972) e "Grande Hotel" (1975). Em meados da década de 1960, devido à sua atuação como crítico musical em diversas publicações de prestígio no país, passou a realizar conferências sobre música popular brasileira e foi um dos principais organizadores do Clube de Jazz e Bossa Nova. Em 1964, publicou o livro "Panorama da música popular brasileira", em 2 volumes. Foi integrante do júri de muitos festivais da canção que aconteceram na segunda metade da década de 1960, tendo participado da organização do Festival Internacional da Canção - FIC - exibido pela TV Globo em 1966. Na rádio MEC produziu programas sobre a história da MPB e foi também produtor de discos para a gravadora Odeon e para o Museu da Imagem e do Som - MIS. Para este órgão, do qual chegou a ser funcionário entre 1965 e 1970, produziu elepês de Carmem Miranda, Noel Rosa e Ataulfo Alves (gravado ao vivo com Helena de Lima e Adeilton Alves). Ainda no MIS, sugeriu ao primeiro diretor da instituição R. C. Albin, a fundação do Conselho Superior de MPB, com quarenta cadeiras, cujos nomes foram escolhidos por ele, Almirante e R. C. Albin. O Conselho - base dos outros que logo depois foram criados para outras áreas - teve a seu cargo apontar e votar os melhores do ano aos quais eram conferidos os prêmios Golfinho de Ouro e Estácio de Sá, outorgados pelo governo do então Estado da Guanabara. Em 1977, publicou os livros "Raízes da música popular brasileira" e "Panorama da música brasileira na Belle-époque". Em 1982, o Conselho de Educação e Cultura do Estado do Rio de Janeiro escolheu seu nome para o prêmio Estácio de Sá. Em 1983, lançou "Luís Pistarini, um bandolim esquecido'. No ano seguinte, foi a vez do livro "Carinhoso etc.- História e inventário do choro". Em 1985, publicou "A nova música da República Velha". Em 1991, lançou a segunda edição do livro "Raízes da música popular brasileira", revista e ampliada. Em 1994, recebeu da União Brasileira de Escritores o título de personalidade do ano. A partir de 1998, tornou-se um dos diretores culturais da Associação Brasileira de Imprensa (ABI).