LIVRO
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POR RAZÕES TÉCNICAS NÃO PUDEMOS COLOCAR IMAGENS DA CAPA DO LIVRO
GENTE DA MADRUGADA
FLAGRANTES DA VIDA NOTURNA
DO RIO DE JANEIRO
DE BORORÓ
(ALBERTO DE CASTRO SIMÕES DA SILVA)
PREFÁCIO IRONIDES RODRIGUES
CAPA ÉLBER DUARTE
GUAVIRA EDITORES
238 PÁGINAS
LIVRO FORA DE CATÁLOGO
RARIDADE
Bororó
Alberto de Castro Simões da Silva, compositor e instrumentista, nasceu no Rio de Janeiro em 15/10/1898, no bairro do Botafogo onde aprendeu a tocar violão com seu pai, Sinhozinho (Alberto Simões da Silva), conhecido como boêmio contador de anedotas e autor de diversas peças satíricas. Ganhou o apelido quando fazia o primário no Colégio Santo Inácio: nessa ocasião, um grupo de índios Bororo visitou sua casa e, assim que o professor soube, passou a chamá-lo de Bororó. O apelido pegou entre os colegas e ele passou a se envolver em brigas, que acabaram por provocar sua expulsão e a transferência para o Colégio Santo Alberto, onde fez até o terceiro ano ginasial. Aos 18 anos já fazia apresentações como violinista. Por volta de 1920 começou sua carreira de compositor, fazendo músicas para ranchos carnavalescos, entre os quais o Flor da Estopa e o Mimosas Cravinas. Junto com outros seresteiros famosos, como Melo Morais Filho, formou um grupo com Carlinhos Santos Cruz (bandolim), Fernando Albuquerque (banjo), Eudóxio Correia (banjo), que se apresentava em festas cantando modinhas, lundus, etc. Em 1939 obteve sucesso com sua primeira composição gravada - Da cor do pecado -, na voz de Sílvio Caldas. Em 1940 Orlando Silva lançou pela Victor seu choro Curare, que se tornou clássico no repertório do cantor. Em,1943, Sílvio Caldas gravou o samba-choro que marcaria seu último grande sucesso como compositor Que é que é? (com Evrágio Lopes).
O texto acima não representa a biografia completa do artista, mas sim, partes importantes de sua vida e carreira.