Marshall Vintage Modern 2266 Head - 100% Novo Frete Grátis!!
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Amplificador Marshall Vintage Modern 2266 Head!!!NOVO,0 KM,Na caixa,com nota,footswitch,manuais,certificado,garantia etc!!!
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Estou vendendo somente para a compra de uma Jem 77FP!!!
Usado por SLASH e Paul Gilbert!!!
Útiliza as válvulas KT66 - As mesmas que fizeram Jimi Hendrix famoso pelo seu timbre incendiário!!!
Não tenho palavras para descrever este amp!!!Recomendo a quem tenha dúvidas,testar o amp pessoalmente!!!É o som que vc sempre quis de um Marshall!!!Aquele que vc ouve nas suas músicas favoritas!!!Possui Volume,agudos,médios,graves,presence e reverb!!!Tem 2 controles de ganho(muito massa)um distorçe as frequências medias á altas,e o outro distorçe as frequências medias á graves!!!Possui 2 'canais' acionáveis pelo foot,q na verdade são 2 faixas dinâmicas de pré-amplificação(Incrível!!!)!!!Sem palavras mesmo!!!Dúvidas é só perguntar!!!
Cabeçote 50W, valvulado p/ guitarra Vintage Modern -2266 ![]()
Cabeçote 50W, valvulado ( 4 X ECC83 ) no pré, ( 2 X KT66 ) na saída. Esse amplificador tem som 100% Blues-Rock inglês dos anos 60 e 70, com a possibilidade de virar um ?Hot Rod? com um som bem mais pesado. Possui um canal c/ Reverb, Master Volume, Presence e EQ (Low, Middle e Treble), Dynamic Range e Mid Boost chaveável, que permite várias de opções de timbres, effect loop, controles por push-bottons que permitem ajustar o nível de sinal de entrada dos efeitos quando em linha, controle do Reverb on/off e Dynamic Range feito pelo footswitch como no painel, chave seletora de saída 8/16 ohms. Footswitch ( incluso ).
Review de Jude Gold para a Guitar Player:
"Quando a Marshall revelou o novo cabeçote JVM de 100 watts na feira NAMM de 2007, a maioria das pessoas gostou do produto, mas poucos se sentiram surpresos.
Com seus quatro canais, 28 controles, 12 timbragens possíveis de ganho e capacidade MIDI, o novo aparelho pareçe uma continuação do JCM 2000 TSL-100 de três canais.
A grande surpresa foi outro amplificador da Marshall,lançado simultaneamente: o simples e prático Vintage Modern!
Se traçarmos a evolução linear da marca desde os designs mais básicos do começo dos anos 60,com circuitos inspirados no Fender Bassman,até os modelos mais sofisticados,com placas de circuito impresso e diversos canais,o Vintage Modern é um produto que ninguém poderia prever, já que é inteiramente vintage - ao menos à primeira vista.
Com apenas um canal,ele tem mais em comum com os antigos Marshall (e relançamentos subsequentes) do que com seus primos das linhas JVM e JCM.
A única confusão com relação a esse amp é o seu nome.Muitas pessoas supuseram erroneamente que "Vintage Modern" descrevia os timbres de diferentes épocas produzidos pelo aparelho.Na verdade, a primeira palavra se refere ao som e a segunda indica a tecnologia empregada para que esse som seja facilmente obtido.
O painel de alumínio escovado do Vintage Modern tem apenas oito controles, duas chaves e uma luz estilo anos 60 que brilha num tom de índigo.Mas, apesar de seu visual clássico,o amplificador traz muitas características contemporâneas, como loop de efeitos em série com Bypass(com opções de níveis de entrada para pedal e equipamento de rack), Reverb e Dinamic Range acionáveis por footswitch, uma poderosa chave Mid Boost que adiciona corpo a guitarras com single-coil e, finalmente, o meu recurso favorito - os controles de pré-amp.
Denominados Detal e Body, o primeiro adiciona brilho e estridência ao elevar o ganho de agudos acima de 400 Hz, enquanto o segundo ofereçe sons estrondosos ao reforçar os graves.Estes dois controles permitem esculpir inúmeras sonoridades, e esse número é quadruplicado com as combinações Mid Boost/Dinamic Range.
A grande novidade do Vintage Modern, no entanto, é que ele representa a primeira vez, desde o início dos anos 70, que a Marshall produz um amp com as válvulas de potência KT66.
O timbre cremoso de overdrive das KT66 surge conforme você empurra essas válvulas, e elas tem uma sonoridade menos agressiva(e um pouco menos articulada)que as EL34 - as válvulas que a Marshall utilizou por mais de 30 anos.
O resultado é um som sujo, distorcido e quente, que evoca mestres como Hendrix, Clapton da época dos Bluesbreakers/Cream e, com seu acabamento de Tolex roxo, os primórdios de Ritchie Blackmore (sem falar de outros gênios que usavam os Marshall KT66 da década de 60).
Em conjunto com os quatro falantes de 12" Celestion G12C da caixa(os mesmos encontrados no stack Super 100JH Limited Edition Jimi Hendrix), essas válvulas tem uma personalidade única - uma compressão natural -, que faz as partes distorcidas de guitarra se assentarem perfeitamente em qualquer mixagem.
Ao ajustar a chave Dinamic Range na posição High e aumentar o knob Master e os controles de pré-amp até o fim,o amp produz distorções orgânicas e feedback musical - tudo isso com o volume em níveis moderados.A resposta à la Hendrix do aparelho apareçe sem que a vizinhança toda fique surda.
Um dos sons mais legais que obtive em anos recentes foi com este half-stack em uma ampla sala de ensaio,mantendo-me um pouco distante da banda.Ele preencheu o ambiente com um magnífico rugido roqueiro tridimensional.Cada frase que eu tocava parecia ter sido escrita para esse amp - desde Unchained, do Van Halen, até Honky Tonk Women, dos Stones, Beautiful Day, do U2, e sons limpos como em Ramble On, do Led Zeppelin.
O grande bônus do Vintage Modern, já que ele oficialmente só possui um canal, é que a opção Dinamic Range, acionável por footswitch, faz do aparelho um amplificador com "um canal e meio".Acionando o Dinamic Range de Low para High, voçê acrescenta uma 12AX7 e consequentemente, aumentos significativos de volume e ganho.Se a Marshall tivesse adicionado um controle de nível para esse recurso, o amp se passaria facilmente por um modelo de dois canais.
O manual do Vintage Modern lembra que voçê deve usar o volume da guitarra para controlar o timbre e a distorção - e por uma boa razão.
Trata-se de uma máquina sensível ao toque e um dos amplificadores de alto ganho que mais responde às dinâminas do guitarrista.
Seu som é extremamente natural e versátil,já que ele reage diferentemente às variações de palhetada/dedilhado.
Os timbres limpos estão presentes,bastando voçê baixar o controle de volume da guitarra.
Alguns músicos podem enxergar o Vintage Modern como um amplificador nostálgico, mas ele é muito mais que isso.
É um chamado para que todos os guitarristas - em particular os novatos acostumados com a praticidade da modelação digital - recebam a herança deixada por deuses da guitarra como Hendrix, Jeff Beck, Eddie Van Halen, The Edge, entre outros, e aprendam a verdadeira arte de "tocar" um amplificador!"
Curiosidade:"As KT66 foram desenvolvidas pela empresa M-O Valve, do Reino Unido, no final dos anos 1930, para se livrar da 'dobra' de curva de resposta da 6L6",explica o fundador da Groove Tubes, Aspen Pittman, no livro The Tube Amp Book."Por isso os médios dessa válvula são mais suaves e lineares do que os da 6L6 ou 5881".
"Quando o modo High do Dinamic Range é acionado,uma válvula 12AX7 extra é adicionada ao circuito", diz Steve Dawson, projetista do Vintage Modern."O sinal é condicionado para proporcionar mais ganho e um boost otimizado para funcionar com o controle de volume da guitarra".
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Preço:
R$ 4.30000 unid. (Produto Novo)
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